Você sente que vive no piloto automático, correndo de um compromisso para outro sem tempo para respirar? A sensação de que “falta tempo” tornou-se uma queixa universal. No meio de tantas demandas profissionais e pessoais, o autocuidado acaba sendo deixado para depois, ou pior, é visto como um luxo inalcançável. Mas a verdade é que ignorar suas próprias necessidades não é um sinal de força, e sim um caminho perigoso para o esgotamento físico e emocional.
Essa angústia de nunca estar fazendo o suficiente é um sintoma clássico dos nossos tempos. Muitas vezes, tentamos preencher um vazio interno com excesso de atividades, como se a produtividade constante fosse capaz de silenciar nossas questões mais profundas. No entanto, o corpo e a mente cobram esse preço, muitas vezes através da ansiedade, da insônia ou da irritabilidade constante.
A Diferença entre Cansaço e Negligência Emocional
É comum confundirmos o cansaço natural do dia a dia com um desgaste psíquico mais profundo. Segundo dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), o estresse crônico no trabalho já é reconhecido como um fator determinante para o Burnout. Mas, para além do diagnóstico, existe a subjetividade: como você se sente ao final do dia?
Na visão da psicanálise, quando não damos espaço para o nosso desejo e vivemos apenas para atender às demandas do “outro” (seja o chefe, a família ou a sociedade), geramos um conflito interno. Esse conflito consome uma energia vital imensa. O autocuidado, portanto, não é apenas fazer um “spa day” ou tirar férias; é um ato de escuta interna. É a capacidade de dizer “não” ao excesso para dizer “sim” à sua saúde mental.
Pequenas Pausas, Grandes Significados
Encaixar o cuidado na agenda não exige horas livres que você não tem. Exige intencionalidade. Trata-se de criar microespaços de respiro onde você possa se reconectar consigo mesmo. Isso pode acontecer de diversas formas:
- Limites Digitais: Estabelecer horários para se desconectar das telas reduz a ansiedade e a comparação social.
- Validação dos Sentimentos: Permitir-se sentir tristeza ou cansaço sem se julgar por “não estar produzindo”.
- Espaço de Fala: Buscar um local seguro onde sua fala não seja interrompida ou julgada.
Muitas vezes, a dificuldade em parar revela um medo inconsciente de entrar em contato com angústias que a correria ajuda a mascarar. É nesse ponto que a ajuda profissional se torna um divisor de águas.
Um Espaço para Reconstruir sua História
Não precisamos enfrentar esse ritmo frenético sozinhos. O processo terapêutico oferece exatamente o que a rotina nos nega: um tempo e um lugar para ser escutado de verdade. Com mais de 10 anos de experiência clínica, a psicóloga Cinthia Rebouças oferece uma abordagem baseada na escuta psicanalítica, acolhendo adolescentes e adultos que buscam sair desse ciclo de repetição e exaustão.
O objetivo não é apenas “livrar-se” dos sintomas, mas entender o que eles estão tentando dizer sobre a sua vida. É um convite para deixar de ser refém da própria agenda e passar a ser autor da sua própria história, construindo um caminho com mais sentido e menos sofrimento.
Se você reside na capital federal, buscar uma psicóloga em Brasília pode ser o primeiro passo concreto para essa mudança. O atendimento presencial oferece um refúgio físico da rotina, mas a modalidade online também tem se mostrado uma ferramenta poderosa e eficaz para quem precisa otimizar o tempo sem abrir mão da profundidade do tratamento.
Não espere o corpo paralisar para começar a se ouvir. Se você sente que é hora de priorizar sua saúde mental, entre em contato e agende uma conversa inicial. O autocuidado começa quando decidimos pedir ajuda.




